segunda-feira, 4 de abril de 2016

ARTE DA GUERRA - Princípios das Derrotas e das Vitórias -


ARTE DA GUERRA 
- Princípios da Derrota e das Vitórias  -



Se por um lado ele apresenta soluções e condições que devem ser seguidas para se atingir a vitória, por outro lado, ele apresenta alguns argumentos que se acontecerem, contribuíram para sua derrota.
  1. Obedecer as ordens do Estado sem calcular as consequências, é um engano.
  2. Utilizar emissários que desconheçam os assuntos militares é um erro.
  3. Misturar regras próprias de ordem civil com a ordem militar.
  4. Confundir os assuntos estatais com os assuntos militares.
  5. Dividir a responsabilidade. Nesse aspecto, Sun Tzu diz que o general é o responsável por tudo e por todos. Os demais apenas seguem ordens, mas jamais a responsabilidade maior pode ser dada as hierarquias inferiores. 
  6. Disseminar a suspeita, indisciplina e dúvidas, contribuirá para a desordem e a insubordinação das tropas. 
  7. Esperar ordens para tomar decisões urgentes e imediatas é um erro. Pois a ordem poderá demorar. 
Para encerrar o capítulo, Sun Tzu apresenta cinco princípios que ajudarão a vencer uma batalha ou uma guerra, isso se forem devidamente seguidos. 
  1. Saber quando combater e quando bater em retirada. 
  2. Saber lidar com o pouco e o muito, segundo as circunstâncias.
  3. Compor habilmente suas fileiras. 
  4. Deve-se se esta pronto para adversidades, e jamais subestimar o inimigo, mesmo que o mesmo aparente ser mais fraco, poderá ser uma armadilha. 
  5. Saber manter o soberano em seu lugar, pois a intromissão de um soberano despreparado na arte da guerra, poderá se tornar um equívoco. 



>>> Minhas considerações, sobre o texto. 

Vivemos em um momento onde a velocidade da informação é tudo muito dinâmico, temos sempre um prazo a bater, uma meta a alcançar e existe momento que precisamos, para respirar dividir para conquistar, uma coisa de cada vez para chegarmos no fim do dia nossa labuta cumprida com a certeza de que conseguimos motivar cada um da equipe de forma harmônica para que todos nós atingirmos as metas e prazos. 

Então se esse guerra é nossa, vamos juntos dividir e conquistar esta vitória juntos como uma único time, focados nos bons e maus princípios pois se erramos, podemos reconhecer e inovarmos de alguma forma e propormos melhoria, se acertamos vamos manter esse fluxo foi positivo , podendo ainda ser melhorado em um momento futuro.

Mas para tudo isso é preciso sermos humildes e reconhecermos, os pontos fracos para podermos ser melhores amanhã e para isto ocorrer devemos estar todos juntos empenhados e alinhados com o nosso objetivo, vencer a guerra, entregar no prazo, batermos a meta e garantirmos a satisfação do cliente a isto o mercado denomina Qualidade, que eu só consigo tendo, todo time envolvido e comprometido em colaborarmos uns com os outros. :D ótimo dia. 

quarta-feira, 16 de março de 2016

Ruído na Comunicação


por Mauricio Goís 



 Bem, muitos são os ruídos da comunicação verbal quando o assunto é falar em público. Mas e na área profissional? Existem ruídos da comunicação verbal nas entrevistas de negócios? Em vendas? Sim, eles distorcem a qualidade de suas apresentações e enfraquecem seus resultados.
Podemos citar os seguintes:

1. Má articulação: o cliente não pode entender o que você não articula, o que você não joga pra fora, o que você não ver-ba-li-za. Pronuncie as sílabas postônicas quando argumentar, isto é, diga que seu produto ou seu trabalho tem um bom retorno. Não engula a última sílaba, não fale “retorn”.

2. Ambiguidade: isto é, duplo sentido. Quando você diz: - “O diretor surpreendeu o gerente em sua casa”... Ora, em qual casa? Do diretor ou do gerente? Seja claro.

3. Desconhecimento da norma culta gramatical: isto é, fazer Camões pular os ossos na sepultura de tanta vergonha pelo que você diz erradamente, fonética, morfológica e sintaticamente: Nóis vai... Estes produtos é bão... Fumo visitar ele...

4. Inibição, Nervosismo e Insegurança: É um desastroso ruído de comunicação, pois os clientes poderão pensar: “Este gerente ou vendedor faz sua apresentação de vendas com medo. O produto dele deve ser inseguro, os argumentos são nervosos. Acho que não é confiável fazer negócios com ele”.

5. Exagero de expressões desconhecidas e de palavras ditas “difíceis”: É o caso do diretor, gerente ou funcionário que conhece tantas palavras e expressões técnicas que simplesmente torna-se antipático e não consegue se comunicar. O excessivo conhecimento não pautado pelo bom senso, a ênfase exagerada a certas idéias fortes e a comunicação excessiva pelo purismo vocabular do tipo preciosista são exemplos de comunicação por excesso. Foi o caso de um vendedor exibicionista que, ao ver sua
carteira sendo puxada por ladrão de rua, não se conteve. Abriu o berreiro, dizendo:"Capturem o cleptomaníaco, capturem o cleptomaníaco infante..." Se ele tivesse dito :"Pega ladrão", até a cachorrada correria atrás por causa da inflexão vocal.

6. Argumentos decorados de forma mecanizada: Dá-se quando o vendedor é muito inseguro e procura, como defesa, dizer argumentos mecânicos. O cliente percebe e pensa: O que ele diz não é para mim, é para todos, e eu não sou todos, sou pessoa.

7. Velocidade vocal lenta ou exageradamente rápida: Muitos profissionais ou falam muito lentamente ou muito rápido. A lentidão irrita o cliente com os espaços vazios desnecessários. Quando se fala muito rápido perde-se o ritmo certo e agride as inteligências médias que, sem poder compreender o que ouvem, desligam o botão da atenção e quebram o interesse.

8. Inadequação de colocação da voz e mau uso do aparelho fonador: Muitos podem ser os defeitos de colocação de voz. Dentre os vários que existem podemos citar os mais comuns que são: Voz Fanhosa/nasalada (dizer veinder por vender, eintrega por entrega); Voz rouca; voz pastosa; voz de falsete; esganiçada; dislalias, entre elas, zetacismo (zuventude por juventude); lambdacismo (celto por certo, elado por errado); sigmatismo (que é a repetição sibilosa do esse como dizer sssssenhores, por senhores); Ceceismo (facer por fazer), nasalação etc.)

9. Excesso de cortesias, elogios, delicadezas e maneirismos: O profissional iniciante, muitas vezes, por querer agradar o cliente, exagera em elogios e delicadezas e este excesso é negativo, pois quase sempre é interpretado pelo interlocutor como insegurança, hipocrisia ou orgulho. O cliente tende a pensar: - “Ele me elogia para que eu o aceite, ou diga que ele é ótimo, é um carente de afeto, quer ser apreciado”.

10. Exagero no uso das figuras de linguagem: Usar figuras de linguagem na área comercial é uma arte esquecida, mas, por favor, da próxima vez que for falar a um cliente amigo que a lua bilha lá no céu, para que dizer que a moeda prateada da noite cintila seu raios medrosos na bocarra hiante do silêncio das trevas?

Fonte: http://www.mauriciogois.com.br/images/pdf/33.pdf

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- Minhas considerações - Thiago Galitezi

"Devemos ser imparciais e não deturpar as características profissionais de uma pessoa, simplesmente por não termos afinidade de "best friends" com o mesmo, Ruído na comunicação existe a todo instante e em todas as áreas devemos nos policiar e buscarmos ser melhores, e menos zero e um pois cada pessoa tem as suas características e para tocarmos na motivação de cada um temos de saber lidar com cada um e termos uma boa comunicação com todos.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Vamos falar sobre Qualidade



  • Gestão Qualidade de SF no processo RUP e Scrum
  • Qual a sua impressão sobre o termo "Qualidade" ?
  • Como é o seus dia-a-dia na área de qualidade do inicio do projeto à entrega ?
  • Cite boas práticas vivenciadas !
  • Cite pontos que você acredita que poderiam ser diferentes !