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sábado, 25 de maio de 2019

Entrega de Valor 101%

Criar Valor é um ponto bastante trabalhoso, parte-se do princípio do conhecimento do consumidor, ter em mãos dados que informem perfeitamente quais são as principais características que atraem o consumidor e que ele valoriza em um produto ou serviço.
Valor não é o quanto custa para o consumidor, não é o quanto custa para a empresa produzir, o material usado na fabricação etc., Valor é a composição da razão entre os benefícios e os custos, trabalhando em um ponto intangível, a percepção do Valor pelo consumidor.

O profissional de Marketing deve saber como entregar essa percepção de Valor ao seu consumidor, o público-alvo é muito mais exigente e a percepção em si é praticamente individual, mas um conjunto de variáveis comuns em grandes grupos tornam-se pontos de referência para a criação do Valor, seja de um produto ou serviço.

O Valor está no âmago da nova visão de processos de negócios, que coloca o Marketing junto ao início do processo de planejamento, tornando-se um dos passos iniciais, determinando quais serão os pontos que mais chamarão a atenção do público-alvo e que representam o Valor que o consumidor busca em produtos e serviços.

A seqüência da criação e entrega de Valor é composta por três partes:

Seleção de Valor: representa o “dever de casa” que o Marketing deve fazer antes que o produto exista, a equipe de Marketing deve segmentar o mercado, selecionar o mercado-alvo adequado e desenvolver o Posicionamento do Valor da oferta, a fórmula “Segmentação, seleção de alvo, Posicionamento” é a essência do Marketing estratégico;

Entrega de Valor: as especificações tangíveis do produto e dos serviços devem ser detalhadas; um Preço-alvo deve ser estabelecido; o produto deve ser fabricado e distribuído, o desenvolvimento dos atributos específicos, dos Preços e da Distribuição acontece nessa etapa e é parte do Marketing tático;

Comunicação do Valor: nessa etapa acontece o Marketing tático adicional na utilização da força de vendas, da Promoção de vendas, da Propaganda e de outras ferramentas adicionais para informar o mercado sobre o produto.

O processo de Marketing começa antes da existência do produto e continua enquanto ele é desenvolvido e depois que se torna disponível.

Os japoneses elaboraram um pouco mais essa visão, com os seguintes conceitos:
Tempo zero de feedback do cliente: o feedback do cliente deve ser continuamente coletado após a compra, para se saber como melhorar o produto e seu Marketing;

Tempo zero de melhoria do produto: a empresa deve avaliar todas as idéias de melhoria oferecidas por clientes e funcionários e introduzir os aperfeiçoamentos de maior Valor e mais viáveis o mais rápido possível;

Tempo zero de compra: a empresa deve receber as peças e suprimentos necessários mediante acordos just-in-time com os fornecedores, ela pode reduzir custos diminuindo estoques;

Tempo zero de ajuste: a empresa deve ser capaz de fabricar qualquer um de seus produtos assim que encomendado, sem enfrentar altos Custos ou tempo de ajuste;
Defeitos zero: os produtos devem ser de alta qualidade e isentos de defeitos.



Reflexão - Como valorizar um produto ou serviço prestado onde não se tem a máxima do comprometimento com o cliente, objetivando que tudo ocorra como esperado  defindo se o valor , formalizar o contexto de uma entrega de valor provendo uma comunicação adequada e apropriada para cliente na apresentação do que foi planejado inicialmente na seleção de valor. 

É um ciclo processual onde temos para diversas áreas ou segmentos uma seleção de valor : onde define se o que compõe valores deste (produto e/ou serviço) , feito isto todos os envolvidos atuar nesta atividade com objetivo de prover a Entrega de Valor: da qual temos a expectativa de cobrir 101% do que foi definido como Seleção de valor  finalizando com uma Comunicação de valor: onde a pessoal responsável por apresentar (produto e/ou serviço) demonstre de forma adequada e apropriada os 100% que foi expectativa na Seleção de valor e surpreenda com 1% demonstrando ao cliente situações que ele não previu no momento da Seleção de valor, mas que em detrimento do comprometimento, qualidade, de todo os colaboradores envolvidos que foi realizando melhorias e ou adequações para evitar quebra de expectativa ou desconforto para o mesmo. 

Atuar em uma atividade seja ela qual for a expectativa é 100% , mas podemos todos trabalhar objetivando aquele 1% a mais .. pois nos garantia não somente atender essa situação atual mas que por superarmos a expectativa nos garantiria no futuro novas atividades pelo nosso reconhecimento, comprometimento, assertividade e superação da expectativa ao focarmos no 101% . 


segunda-feira, 4 de abril de 2016

ARTE DA GUERRA - Princípios das Derrotas e das Vitórias -


ARTE DA GUERRA 
- Princípios da Derrota e das Vitórias  -



Se por um lado ele apresenta soluções e condições que devem ser seguidas para se atingir a vitória, por outro lado, ele apresenta alguns argumentos que se acontecerem, contribuíram para sua derrota.
  1. Obedecer as ordens do Estado sem calcular as consequências, é um engano.
  2. Utilizar emissários que desconheçam os assuntos militares é um erro.
  3. Misturar regras próprias de ordem civil com a ordem militar.
  4. Confundir os assuntos estatais com os assuntos militares.
  5. Dividir a responsabilidade. Nesse aspecto, Sun Tzu diz que o general é o responsável por tudo e por todos. Os demais apenas seguem ordens, mas jamais a responsabilidade maior pode ser dada as hierarquias inferiores. 
  6. Disseminar a suspeita, indisciplina e dúvidas, contribuirá para a desordem e a insubordinação das tropas. 
  7. Esperar ordens para tomar decisões urgentes e imediatas é um erro. Pois a ordem poderá demorar. 
Para encerrar o capítulo, Sun Tzu apresenta cinco princípios que ajudarão a vencer uma batalha ou uma guerra, isso se forem devidamente seguidos. 
  1. Saber quando combater e quando bater em retirada. 
  2. Saber lidar com o pouco e o muito, segundo as circunstâncias.
  3. Compor habilmente suas fileiras. 
  4. Deve-se se esta pronto para adversidades, e jamais subestimar o inimigo, mesmo que o mesmo aparente ser mais fraco, poderá ser uma armadilha. 
  5. Saber manter o soberano em seu lugar, pois a intromissão de um soberano despreparado na arte da guerra, poderá se tornar um equívoco. 



>>> Minhas considerações, sobre o texto. 

Vivemos em um momento onde a velocidade da informação é tudo muito dinâmico, temos sempre um prazo a bater, uma meta a alcançar e existe momento que precisamos, para respirar dividir para conquistar, uma coisa de cada vez para chegarmos no fim do dia nossa labuta cumprida com a certeza de que conseguimos motivar cada um da equipe de forma harmônica para que todos nós atingirmos as metas e prazos. 

Então se esse guerra é nossa, vamos juntos dividir e conquistar esta vitória juntos como uma único time, focados nos bons e maus princípios pois se erramos, podemos reconhecer e inovarmos de alguma forma e propormos melhoria, se acertamos vamos manter esse fluxo foi positivo , podendo ainda ser melhorado em um momento futuro.

Mas para tudo isso é preciso sermos humildes e reconhecermos, os pontos fracos para podermos ser melhores amanhã e para isto ocorrer devemos estar todos juntos empenhados e alinhados com o nosso objetivo, vencer a guerra, entregar no prazo, batermos a meta e garantirmos a satisfação do cliente a isto o mercado denomina Qualidade, que eu só consigo tendo, todo time envolvido e comprometido em colaborarmos uns com os outros. :D ótimo dia. 

quarta-feira, 16 de março de 2016

Ruído na Comunicação


por Mauricio Goís 



 Bem, muitos são os ruídos da comunicação verbal quando o assunto é falar em público. Mas e na área profissional? Existem ruídos da comunicação verbal nas entrevistas de negócios? Em vendas? Sim, eles distorcem a qualidade de suas apresentações e enfraquecem seus resultados.
Podemos citar os seguintes:

1. Má articulação: o cliente não pode entender o que você não articula, o que você não joga pra fora, o que você não ver-ba-li-za. Pronuncie as sílabas postônicas quando argumentar, isto é, diga que seu produto ou seu trabalho tem um bom retorno. Não engula a última sílaba, não fale “retorn”.

2. Ambiguidade: isto é, duplo sentido. Quando você diz: - “O diretor surpreendeu o gerente em sua casa”... Ora, em qual casa? Do diretor ou do gerente? Seja claro.

3. Desconhecimento da norma culta gramatical: isto é, fazer Camões pular os ossos na sepultura de tanta vergonha pelo que você diz erradamente, fonética, morfológica e sintaticamente: Nóis vai... Estes produtos é bão... Fumo visitar ele...

4. Inibição, Nervosismo e Insegurança: É um desastroso ruído de comunicação, pois os clientes poderão pensar: “Este gerente ou vendedor faz sua apresentação de vendas com medo. O produto dele deve ser inseguro, os argumentos são nervosos. Acho que não é confiável fazer negócios com ele”.

5. Exagero de expressões desconhecidas e de palavras ditas “difíceis”: É o caso do diretor, gerente ou funcionário que conhece tantas palavras e expressões técnicas que simplesmente torna-se antipático e não consegue se comunicar. O excessivo conhecimento não pautado pelo bom senso, a ênfase exagerada a certas idéias fortes e a comunicação excessiva pelo purismo vocabular do tipo preciosista são exemplos de comunicação por excesso. Foi o caso de um vendedor exibicionista que, ao ver sua
carteira sendo puxada por ladrão de rua, não se conteve. Abriu o berreiro, dizendo:"Capturem o cleptomaníaco, capturem o cleptomaníaco infante..." Se ele tivesse dito :"Pega ladrão", até a cachorrada correria atrás por causa da inflexão vocal.

6. Argumentos decorados de forma mecanizada: Dá-se quando o vendedor é muito inseguro e procura, como defesa, dizer argumentos mecânicos. O cliente percebe e pensa: O que ele diz não é para mim, é para todos, e eu não sou todos, sou pessoa.

7. Velocidade vocal lenta ou exageradamente rápida: Muitos profissionais ou falam muito lentamente ou muito rápido. A lentidão irrita o cliente com os espaços vazios desnecessários. Quando se fala muito rápido perde-se o ritmo certo e agride as inteligências médias que, sem poder compreender o que ouvem, desligam o botão da atenção e quebram o interesse.

8. Inadequação de colocação da voz e mau uso do aparelho fonador: Muitos podem ser os defeitos de colocação de voz. Dentre os vários que existem podemos citar os mais comuns que são: Voz Fanhosa/nasalada (dizer veinder por vender, eintrega por entrega); Voz rouca; voz pastosa; voz de falsete; esganiçada; dislalias, entre elas, zetacismo (zuventude por juventude); lambdacismo (celto por certo, elado por errado); sigmatismo (que é a repetição sibilosa do esse como dizer sssssenhores, por senhores); Ceceismo (facer por fazer), nasalação etc.)

9. Excesso de cortesias, elogios, delicadezas e maneirismos: O profissional iniciante, muitas vezes, por querer agradar o cliente, exagera em elogios e delicadezas e este excesso é negativo, pois quase sempre é interpretado pelo interlocutor como insegurança, hipocrisia ou orgulho. O cliente tende a pensar: - “Ele me elogia para que eu o aceite, ou diga que ele é ótimo, é um carente de afeto, quer ser apreciado”.

10. Exagero no uso das figuras de linguagem: Usar figuras de linguagem na área comercial é uma arte esquecida, mas, por favor, da próxima vez que for falar a um cliente amigo que a lua bilha lá no céu, para que dizer que a moeda prateada da noite cintila seu raios medrosos na bocarra hiante do silêncio das trevas?

Fonte: http://www.mauriciogois.com.br/images/pdf/33.pdf

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- Minhas considerações - Thiago Galitezi

"Devemos ser imparciais e não deturpar as características profissionais de uma pessoa, simplesmente por não termos afinidade de "best friends" com o mesmo, Ruído na comunicação existe a todo instante e em todas as áreas devemos nos policiar e buscarmos ser melhores, e menos zero e um pois cada pessoa tem as suas características e para tocarmos na motivação de cada um temos de saber lidar com cada um e termos uma boa comunicação com todos.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Conceito - Erro, Defeito e Falha.

Ilustração 1: Erro, Defeito e Falha.
Fonte: Caetano, 2009

Para ter um bom entendimento dos conceitos e características do processo de qualidade, é necessário entender o significado de três palavras: Erro, Defeito, Falha.

O ser humano está sujeito a cometer um erro (engano), que produz um defeito (dano, bug), no código, em um software ou sistema ou em um documento. Se um defeito no código for executado, o sistema falhará ao tentar fazer o que deveria (ou, em algumas vezes, o que não deveria), causando uma falha. Defeitos no software, sistemas ou documentos resultam em falhas, mas nem todos os defeitos causam falhas. (Müller, Thomas – 2007 p.10).

Segundo a terminologia padrão para Engenharia de Software do IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers – (IEEE Standard Glossary of Software Engineering Terminology , 1990):

Erro: engano, alguma coisa feita por humanos. Como por exemplo, um desenvolvedor que não teve o correto entendimento do problema ao verificar os requisitos de uma aplicação;

Defeito: o resultado de um erro. O desenvolvedor criou uma aplicação com base nos requisitos de software, mas de forma diferente do que fora especificando no documento;

Falha: diferença indesejável entre o observado e o esperado, software diferente do que é esperado pelo usuário. (Defeito encontrado). O usuário ao executar a aplicação, percebeu que os resultados esperados não batem com os resultados retornados.



Falhas também podem ser causadas por condições do ambiente tais como: radiação, magnetismo, campos eletrônicos e poluição, que podem causar danos em software embarcado (firmware) ou influenciar a execução do software pela mudança das características de hardware a realização de testes durante o processo de software pode garantir o bom funcionamento do processo